O motorista que não possui tag de cobrança eletrônica pode ser identificado pela placa do veículo ao passar pelos pórticos do pedágio free flow. Nesses casos, o usuário tem 30 dias para quitar o débito sem multa, mediante pagamento por PIX ou cartão de crédito.
No último fim de semana, houve relatos de cobranças eletrônicas na Via Dutra, entre São Paulo e o aeroporto de Guarulhos. O motorista testou a passagem com a tag pré-paga já carregada e confirmou que o sistema é automático: basta manter a velocidade permitida e atravessar o pórtico.
O valor da tarifa é proporcional ao trecho percorrido e pode variar conforme as regras de cada concessionária, bem como o dia e o horário. O pagamento posterior evita o risco de multa imediata.
Quem não tem tag precisa identificar a cobrança e quitar a dívida em até 30 dias. Os caminhos de pagamento incluem PIX ou cartão de crédito, sem boletos como opção.
Para confirmar débitos, é possível consultar o site pedagiodigital.com ou o aplicativo da concessionária da rodovia. Em rodovias paulistas, há a alternativa do Siga Fácil do governo estadual.
O Siga Fácil atende Ecovias Noroeste Paulista, CCR Sorocabana, Tamoios, CNL Novo Litoral e AP Serra via Appia. A ferramenta informa débitos por meio da placa do veículo.
Caso não haja pagamento, a infração resulta em multa de R$ 195,23 e a perda de cinco pontos na carteira de habilitação, conforme as regras atuais do sistema de cobrança eletrônica.
O levantamento do MPF aponta que o sistema de cobrança na BR-101 gerou mais de 1 milhão de multas em 15 meses, com impacto financeiro de cerca de R$ 268 milhões para os motoristas, evidenciando a complexidade do modelo de cobrança.
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