A inflação de alimentos volta a pesar no bolso do consumidor brasileiro, reduzindo o poder de compra e elevando a pressão sobre o governo Lula antes das eleições. Em supermercados, itens como chocolate e café aparecem em embalagens menores, mesmo quando o preço não recua. A tendência é acompanhada por análises de mercado que apontam efeito generalizado sobre a cesta básica.
Relacionados ao tema, números oficiais mostram alta de preços de alimentos, com ênfase em itens como tomate, cebola, batata e leite. O IBGE registrou aumento mensal e projeções de inflação próximas aos 5% no fim do ano, dependendo da evolução do conflito no Oriente Médio. A percepção de custo de vida permanece como principal preocupação para o eleitor.
Encolhimento de embalagens
Dados da Euromonitor International indicam redução de tamanho em várias embalagens, como ovos em caixas de 10 unidades e sacos de pipoca com menos peso. A Mondelez afirmou que a linha Bis contempla diferentes formatos, com foco na diversificação de tamanhos. Especialistas acrescentam que o encolhimento tende a passar despercebido inicialmente.
Desempenho e percepção
Relatos de consumidores apontam queda no poder de compra e menor quantidade de itens por compra. Economistas destacam que a inflação de alimentos pode influenciar a avaliação sobre a gestão econômica do governo. Internamente, parte do PT discute que a ênfase no consumo pode ter sido erro estratégico, segundo fontes próximas à reportagem.
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