O ministro da Fazenda, Dario Durigan, disse que as medidas para conter a alta dos combustíveis diante da guerra no Oriente Médio são temporárias e focalizadas, segundo informações que o FMI tem acompanhado. O compromisso é preservar a estabilidade econômica do país.
Durigan afirmou que as ações têm duração prevista até o fim de maio e são direcionadas às regiões com maior risco de desabastecimento, buscando evitar impactos mais amplos na inflação. A Fazenda também mantém a avaliação constante do cenário.
O chefe da equipe econômica destacou que o Brasil tem sido visto como exemplo de resiliência na crise causada pelo conflito na região, ressaltando que o país, como exportador de óleo, assumiu riscos e investiu em medidas para racionalizar o consumo e manter a economia estável.
Contexto internacional e impactos
As autoridades econômicas avaliariam se será necessária a continuidade ou calibração das medidas após o mês de maio, conforme apresentação de resultados e cenários macroeconômicos. A orientação é manter a intervenção apenas enquanto houver pressão relevante de preços.
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