O S&P 500 atingiu recorde histórico, fechando em 7.022,95 pontos em 15 de abril. As ações dos EUA ficaram acima do nível prévio ao início da guerra no Irã, enquanto os rendimentos dos títulos seguiram pressionados.
A diferença entre ações e títulos se explica por fatores diferentes, segundo o Deutsche Bank. Enquanto o petróleo continua influente, as ações descolaram, e os rendimentos permanecem mais altos que antes de março.
O banco aponta que o receio de cortes agressivos na taxa de juros do Federal Reserve recuou, com dados de emprego mais fortes nos EUA e perspectivas de inflação moderada ajudando o mercado de ações a manter o ritmo.
Desdobramentos e fatores adicionais
A imprensa econômica destaca também o apoio das perspectivas de lucro. O S&P 500 projeta avanço de quase 19% nos resultados do primeiro trimestre, o que tem sido incorporado às avaliações de mercado.
Além disso, o conflito tende a ampliar o gasto público, elevando investimentos em defesa e energia, o que favorece ações enquanto pressiona títulos de renda fixa, segundo o Deutsche Bank.
A dinâmica segue sensível aos preços do petróleo, que continuam influenciando as decisões de investidores tanto em ações quanto em títulos. A leitura geral aponta uma desacoplamento maior das ações em relação aos títulos.
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