Ouro sobe com a reabertura do Estreito de Ormuz e recuo dos juros nos EUA. O anúncio elevou a atratividade do metal, ainda sob o efeito de volatilidade desde o início da guerra. O movimento ocorre em meio a incertezas geopolíticas e a mudanças na política monetária.
Contratos futuros com entrega em junho, negociados na NYMEX, avançaram 1,76% para US$ 4.893,10 a onça. Na semana, o ganho é de 2,73%. O ouro se recupera após a maior queda desde 2008 em março, porém permanece abaixo das máximas de janeiro.
A recuperação acontece em meio a um ambiente de cautela global, com investidores alternando entre ativos de risco e defensivos. Mesmo com alívio nas tensões, o metal mantém-se como proteção de valor, segundo Mauriciano Cavalcante, da Ourominas.
Por ora, o desempenho internacional depende de sinais sobre cortes de juros nos EUA.Comentários de dirigentes do Fed sobre revisões nesses cortes podem limitar ganhos do ouro no curto prazo. A leitura de clima macro segue incerta.
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