A Meta, controladora do Facebook, Instagram e WhatsApp, avalia uma nova rodada de demissões que pode alcançar até 20% da sua força de trabalho. O corte inicial está previsto para começar em 20 de maio, com foco na aceleração das iniciativas de inteligência artificial e na expansão de data centers. A empresa busca realocar recursos para reforçar a competitividade tecnológica.
A primeira onda deve impactar cerca de 8 mil funcionários, representando roughly 10% do quadro global. Ao longo do ano, outras reduções estariam em estudo, dependendo da implementação da estratégia de IA. No fim de 2025, a Meta já havia efetuado cortes significativos, elevando o total de demissões ao longo do período.
A reestruturação, se confirmada, seria a maior desde o chamado ano da eficiência, entre 2022 e 2023, quando a empresa eliminou cerca de 22 mil postos. A Meta permanece financeiramente robusta, com receita superior a US$ 200 bilhões e lucro próximo de US$ 60 bilhões no último exercício, e busca redirecionar capital para IA.
Reorques de foco: IA e infraestrutura
A mudança de rota envolve menor ênfase no metaverso e na divisão Reality Labs, com reposicionamento de equipes para IA aplicada. A Meta amplia capacidade computacional para competir com OpenAI, Google e Anthropic, adotando uma linha mais agressiva de investimentos em IA.
Posicionamento e cenário do setor
O episódio reflete uma tendência no setor de tecnologia: empresas lucrativas aceleram ganhos de produtividade por meio de reestruturações para financiar projetos bilionários de IA. A Meta não se pronunciou oficialmente sobre as demissões no Brasil, mas informações são classificadas como especulativas por veículos de imprensa.
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