Chuvas e secas extremas provocam desastres, reduzem a atividade econômica e levam o Brasil a perder cerca de R$ 110 bilhões do PIB por ano. O dado vem de pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
Segundo o estudo, o gasto climático federal representa apenas 1% do orçamento total das despesas primárias e dos gastos tributários entre 2019 e 2024, deixando o peso dos desastres para o orçamento público.
Os pesquisadores destacam que, se o aquecimento global atingir 2°C, as perdas anuais podem chegar a quase R$ 145 bilhões, com 42% a mais de municípios atingidos por secas extremas.
O levantamento analisa impactos de longo prazo, incluindo danos à infraestrutura, produção agrícola e serviços urbanos, mantendo o enfoque na relação entre desastres climáticos e políticas públicas no Brasil.
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