O CEO da Revolut, Nik Storonsky, descartou abrir capital neste ano e sinalizou que a janela para a oferta pública inicial deve ficar para depois de 2028. Em entrevista ao The David Rubenstein Show, Storonsky afirmou que, em dois anos, a empresa pode considerar a entrada na bolsa. Ele ressaltou que bancos abertos ganham credibilidade, mas que isso exige tempo.
A fintech britânica, apoiada por Nvidia e Coatue Management, indicou que pode priorizar vendas secundárias de ações antes de qualquer IPO. Tais operações costumam gerar liquidez para investidores iniciais e funcionários, além de manter a empresa com capital fechado por mais tempo.
A Revolut tem acelerado a expansão internacional com a valorização de mercado. Recentemente, a empresa solicitou licença bancária nos EUA e contratou o ex-executivo da Visa Cetin Duransoy para liderar a região. A demanda ocorre após aprovação regulatória no Reino Unido, em março, e foca em serviços diretos aos clientes americanos.
Plano de IPO e ampliação internacional
Storonsky explicou que a empresa avalia novas rodadas de venda de ações antes de qualquer IPO, visando manter flexibilidade para o futuro. A avaliação da fintech subiu para níveis elevados, com operações de liquidez já realizadas no passado.
Licença bancária nos EUA
O executivo destacou que a autorização para atuação bancária americana pode levar até um ano, embora o objetivo declarado seja de quatro meses. A Revolut vê o ambiente regulatório atual como mais propício, com novas licenças no portfólio e uma estrutura já estabelecida no Reino Unido.
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