O Citi dobrou a exposição a risco e voltou a apostar na direção dos juros brasileiros após a reabertura anunciada do Estreito de Ormuz na sexta-feira. A instituição abriu posição nas taxas futuras de 2 anos no Brasil.
Além disso, aumentou o risco em mercados internacionais, incluindo Coreia do Sul, Canadá e Suécia, conforme ajustes de carteira feitos pelos estrategistas.
Dirk Willer, estrategista-chefe global do Citi, passou a manter a aposta na queda dos juros brasileiros, alinhando-se ao novo cenário de risco global.
Mudança de exposição e motivações
A decisão ocorre em meio a notícias sobre o Estreito de Ormuz e impactos esperados para fluxos de petróleo e commodities, com efeitos sobre ascenção de juros no Brasil e condições de risco externo.
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