O Pix, sistema brasileiro de pagamentos instantâneos, foi lançado pelo Banco Central em novembro de 2020. Rapidamente ganhou ampla adesão entre brasileiros e hoje representa o maior volume de transações no país.
Em 2025, o Pix respondeu por 54,7% das transações comerciais no segundo semestre, totalizando 78,4 bilhões de operações e movendo R$ 68,2 trilhões. O método permanece exclusivo ao Brasil com esse nome e regulamentação.
Outros sistemas de pagamentos instantâneos pelo mundo
Índia — UPI: criado em 2016, tornou as transferências instantâneas parte do dia a dia, integrando apps como Google Pay.
Reino Unido — FPS: em operação desde 2008, passou a regulado por um órgão independente em 2015, abrindo espaço para fintechs e, naquele ano, incluiu o Paym.
EUA — RTP e FedNow: RTP começou em 2017 e FedNow surgiu em 2023. A adesão é desigual pela fragmentação bancária e nem todos instituições participam.
Suécia — Swish: lançado em 2012, hoje é usado por quase 7 milhões de pessoas, com cobrança de taxa por transação.
Dinamarca — MobilePay: popular desde 2013, migrou para Vipps MobilePay em 2024, consolidando operações em quatro países nórdicos.
Singapura — PayNow: criado em 2017, facilita pagamentos instantâneos entre contas de bancos participantes, com alta adesão da população.
América Latina e UE
México — SPEI: lançado em 2004 pelo Banco de México, evoluiu para o principal meio de pagamentos do país, registrando 5,34 bilhões de transações em 2024.
União Europeia — SEPA Instant Credit Transfer: presente desde 2017, regulado a partir de 2025, disponível em 41 países, com adoção gradual entre bancos.
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