O superávit da balança de petróleo e derivados no primeiro trimestre atingiu US$ 9,52 bilhões, o maior da série histórica. O resultado representa 67,2% do saldo total da balança comercial brasileira no período.
A crise no Oriente Médio, com o conflito envolvendo o Irã, aparece como fator que impulsionou as compras, especialmente por parte da China. O país asiático já responde por 57% das exportações do produto brasileiro.
No acumulado de 2024 e 2025, o petróleo liderou os embarques anuais do Brasil. O saldo no primeiro trimestre foi de US$ 7,2 bilhões em 2024 e de US$ 6,4 bilhões em 2025, segundo dados comerciais oficiais. O Brasil mantém superávit nessa balança desde 2016, quando a produção do pré-sal ganhou peso, mas continua com déficit em derivados de petróleo.
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