O prazo para a entrega da declaração do Imposto de Renda 2026 encerra em 29 de maio. A Receita Federal alerta para erros comuns que podem atrasar a restituição ou levar a retenção para verificação. O objetivo é evitar a malha fina e inconsistências.
Contribuintes costumam errar ao omitir rendimentos, incluir dependentes incorretamente e não declarar ganhos de criptoativos ou apostas quando o total anual supera R$ 28.467,20. Falhas em deduções sem recibos válidos também aparecem com frequência.
Apenas um lado declara aluguel pode elevar o risco de malha fina. Dados enviados pela DIMOB podem divergir do que o contribuinte registra. Discrepâncias com terceiros, como bancos e planos de saúde, também aparecem como motivo de retenção.
Despesas médicas sem comprovação, documentos de suporte ausentes e dados bancários incorretos podem atrasar a restituição. Erros na conta informada ou titular diferente podem afetar o pagamento mesmo sem outras pendências.
Como evitar problemas com o Fisco
- Use a declaração pré-preenchida para reduzir erros, conferindo todos os dados importados.
- Organize e guarde comprovantes de rendimentos e deduções por, no mínimo, cinco anos.
- Acompanhe alertas do sistema do IRPF 2026 durante o preenchimento.
- Consulte o e-CAC após o envio para verificar pendências e, se necessário, corrija com uma retificadora.
Quem deve declarar em 2026
Contribuintes com rendimentos tributáveis acima de R$ 35.584,00 no ano anterior devem declarar. Também estão obrigados quem teve rendimentos isentos acima de R$ 200 mil, ganho de capital superior a R$ 40 mil ou operações em bolsa. Outros gatilhos incluem bens acima de R$ 800 mil, atividade rural, residentes no Brasil até 31 de dezembro de 2025 e bens no exterior.
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