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Incertezas levam a leve corte de juros entre Irã e contas públicas

Mercado permanece com visibilidade baixa: Copom corta juros em apenas 0,25 p.p. para 14,5% ante inflação e incertezas com Irã, contas públicas e cenário eleitoral

Incertezas que levam a pequeno corte nos juros vão da guerra no Irã à tensão nas contas públicas
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O Copom reduziu a taxa básica de juros em 0,25 ponto percentual, para 14,5% ao ano, mantendo a lubrificação lenta de juros em meio a incertezas externas e domésticas. O recuo foi menor do que o esperado.

A escalada dos preços de combustíveis, pressionada pelo fechamento do Estreito de Ormuz, elevou a inflação ao IPCA-15 de 0,89% em abril. A leitura aponta que a pressão não vem apenas de subsídios, mas já se dissemina.

O comunicado do Copom destaca incertezas globais e internas, incluindo a Guerra do Irã e a deterioração das contas públicas. O governo Lula tem utilizado mecanismos de estímulo, em contraste com a postura de política monetária.

Perspectivas para o Copom

Mercados esperam próximos movimentos conforme a evolução da inflação e das contas públicas. A comunicação sugere cautela e possibilidade de trajetória de juros futuros permanecer aberta, diante de incertezas de curto prazo.

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