O mercado financeiro reagiu com alta nos juros de títulos públicos nesta quarta-feira (29), em meio a nova alta do petróleo e à expectativa em torno da decisão do Copom. A ausência de sinais de melhora na perspectiva de acordo diplomático entre EUA e Irã sustenta o clima de cautela.
Os preços da commodity disparam, com o Brent próximo de US$ 120 o barril, movidos pela ausência de avanços diplomáticos que tranquilizem o mercado. A subida do petróleo pressiona as taxas de juros de títulos brasileiros no curto prazo.
No Tesouro Prefixado 2029, a rentabilidade subiu de 13,50% para 13,70% por volta das 13h46. Entre os títulos indexados à inflação, o IPCA+ 2032 avançou para 7,56%, após ter registrado quedas recentes, analisam operadores.
No último encontro de política monetária, o Banco Central informou corte de Selic em 0,25 ponto percentual, com a taxa em 14,75% ao ano. O ajuste ocorreu diante das pressões inflacionárias globais associadas ao conflito no Oriente Médio.
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