O frigorífico O Cortês ampliou suas operações cinco meses após iniciar a produção, em 30 de outubro do ano passado. A empresa atende o segmento de food service em Belo Horizonte e no Rio de Janeiro, incluindo restaurantes e hotéis, e já passa a selecionar clientes devido à alta demanda.
Para acompanhar o crescimento, a companhia dobrou a frota de entrega: já entrou com um segundo caminhão e planeja um terceiro nos próximos 60 dias. O timeline de investimentos subiu de 25 milhões para 42 milhões, com planos de operar também em turno noturno para dobrar a capacidade.
A estratégia inclui ampliação de máquinas e equipamentos, além de ações de sustentabilidade. A Cortês investe na neutralidade de carbono com plantio de eucalipto, uso de biogás para autossuficiência e energia fotovoltaica, buscando reduzir emissões.
Captação e metas
A empresa estruturou um financiamento de inovação com CDB garantidor do BDMG, aportando quase 9,5 milhões. Com operação já em pleno funcionamento, abre captação de 5 milhões para ampliar produção, manter caixa até agosto e investir em marketing.
Faturamento espera chegar a 25 milhões de reais mensais até 2027, com margem bruta superior a 30%. Um fórum de recrutamento de capital admite equity, mútuos conversíveis ou dívidas estruturadas para acelerar o crescimento.
A Cortês projeta dois marcos próximos: em agosto, linhas de embalagens cartonadas voltadas a redes de supermercados premium; em dezembro, enlatados desenvolvidos com chefs renomados do país.
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