O Ibovespa Futuro abriu em queda nesta segunda-feira, com baixa de 0,53%, aos 188.995 pontos. O pregão é impactado pela disparada do petróleo e pela incerteza sobre a continuidade das ações envolvendo a guerra no exterior. O humor do mercado permanece volátil, diante de fatores geopolíticos e macroeconômicos.
A semana começa com relatos sobre a proposta de paz apresentada pelo Irã e a divulgação de uma ação dos Estados Unidos para facilitar a passagem de navios pelo Estreito de Ormuz. Além disso, o mercado deve acompanhar a ata do Copom, o payroll nos EUA e a temporada de balanços, com Itaú e Bradesco entre os principais destaques.
Também há expectativa sobre as projeções do Boletim Focus, que devem sinalizar revisões de inflação e câmbio em um cenário ainda influenciado pela guerra. À noite, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, participa do programa Roda Viva, o que pode mover mercados e gerar novas atenções para a política econômica brasileira.
Fatores de curto prazo
- Acompanham-se os impactos da alta do petróleo nos ativos de risco, com circulação de notícias sobre possíveis desdobramentos da guerra.
- Expectativas sobre resultados de bancos e demais empresas revelados ao longo da semana ajudam a compor o humor do Ibovespa.
- Movimentações no câmbio e no cenário externo costumam refletir nos papéis nacionais, principalmente em setores sensíveis a commodities e juros.
Perspectivas e dados a observar
- Ata do Copom e números do payroll podem trazer pistas sobre política monetária e inflação.
- Resultados de Itaú e Bradesco ganham importância para o desempenho do índice.
- A agenda também traz comunicados de empresas ligadas a petróleo, commodities e varejo, com atenção à liquidez e a guidance para o trimestre.
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