O Citigroup divulgará novas metas de lucratividade de médio prazo no dia do investidor, nesta quinta-feira (7), em Nova York. O objetivo é mostrar melhorias nas despesas e receitas resultantes da reforma iniciada há anos, com foco no crescimento por meio da inteligência artificial no negócio de gestão de patrimônio.
A reforma reduziu o tamanho do banco e concentrou as operações em menos áreas, cortando camadas de gerenciamento. A presidente-executiva Jane Fraser afirma que o banco estabelecerá uma nova trajetória de retorno para cada unidade, com metas mais ambiciosas para 2026.
Fraser tomou as rédeas em 2021 e já recolocou o Citi ao desfazer-se de franquias de varejo não lucrativas e enfrentar penalidades regulatórias, fortalecendo estruturas de risco. No atual dia do investidor, a instituição apresentará metas de retorno sobre patrimônio tangível (ROTCE) para este ano, entre 10% e 11%.
Além disso, executivos discutirão despesas de capital e metas específicas para cinco negócios: Serviços, Bancos, Mercados, Cartões de Consumo dos EUA e Gestão de Patrimônio. Analistas estimam ROTCE de até 15% até o fim da década, com base na estratégia de Fraser e na reorganização em curso.
Até o momento, o Citi havia fornecido apenas orientação de lucro até 2026, sem detalhar metas intermediárias para cada segmento. A expectativa é de que as novas diretrizes demonstrem como a AI poderá alavancar o crescimento da área de riqueza e melhorar a eficiência.
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