O Ibovespa abriu a sessão desta quarta-feira (6) em forte alta, acompanhando o otimismo global com o possível encerramento do conflito no Oriente Médio entre Estados Unidos e Irã. Às 10h36, o índice subia 0,69%, aos 188.034 pontos, mantendo o ritmo de máximas ao longo da manhã.
Investidores acompanham a possibilidade de acordo entre EUA e Irã para encerrar a guerra no Golfo e reabrir o Estreito de Ormuz, o que reduz a tensão geopolítica e derruba os preços do petróleo. O humor de risco favorece bolsas em todo o mundo.
No exterior
O Dow Jones subia 0,83%, o S&P 500 avançava 0,74% e o Nasdaq ganhava 0,86%, com impulso do setor de tecnologia. Os índices de volatilidade recuavam, com o VIX caindo mais de 2% e o VXBR, volatilidade da B3, recuando acima de 4%.
A queda do petróleo alivia as curvas de juros. As taxas do Tesouro Direto recuavam diante da expectativa de menor pressão inflacionária global se o acordo for confirmado.
Ibovespa em foco seletivo
Na B3, Vale avançava mais de 2%, sustentando o index. Grandes bancos ajudavam a manter o movimento positivo. O varejo também pesou positivamente com Magazine Luiza, Casas Bahia e C&A em alta, junto a siderúrgicas e frigoríficos.
Entre os destaques corporativos, Itaú Unibanco subia após balanço do 1T, enquanto Embraer mostrava ganho relevante. Petrobras e petroleiras juniores recuavam ante a queda do petróleo, com PRIO liderando as perdas após balanço e desvalorização da commodity.
No câmbio, o dólar recuava, operando próximo de R$ 4,93, e os juros futuros acompanhavam o movimento de alívio global. O início da sessão mostrou um ambiente mais otimista, influenciado por sinais internacionais positivos.
Entre na conversa da comunidade