Pandora divulgou a adoção de rastreamento da pegada de carbono de seus diamantes cultivados em laboratório, apresentando esse dado como o “quinto C” da certificação. A iniciativa visa ampliar a transparência para consumidores sobre impactos ambientais.
A empresa dinamarquesa usa 100% de energia renovável em suas fábricas e fixa as joias em prata ou ouro 100% reciclados. O carbono de um diamante cultivado é estimado em cerca de 90% menor que o de um diamante extraído. A prática reforça o apelo sustentável no segmento.
Novo selo de pegada de carbono
A marca lançou a rotulagem de pegada de carbono em todos os diamantes cultivados, buscando maior compreensão do consumidor sem elevar o custo. O lançamento ocorreu durante o Global Fashion Summit, em Copenhague.
Em nota, a executiva de marketing da Pandora ressaltou que o rótulo facilita escolhas mais acessíveis e responsáveis, com validação de consultorias externas e auditoria independente. A apresentação amplifica a divulgação de dados ambientais.
Compromisso com metas climáticas
A Pandora anunciou meta de zerar emissões líquidas de gases de efeito estufa em toda a cadeia até 2040. A meta faz parte de uma estratégia de sustentabilidade anunciada publicamente e discutida no encontro internacional. A empresa também detalha planos de melhoria contínua.
apoio de Pamela Anderson
Pamela Anderson, atriz e ativista, atua como embaixadora da marca. Ela tem usado peças de diamantes cultivados em eventos públicos e afirmou, em participação no fórum, que os diamantes são idênticos aos naturais e podem promover escolhas mais responsáveis.
perspectivas de mercado
Executiva da Pandora diz que o consumidor pode adquirir anéis, brincos e pulseiras com preços mais acessíveis, sem abrir mão da qualidade. O portfólio de joias varia entre 0,1 e 2 quilates, com opções em metais nobres. As vendas de diamantes cultivados cresceram rapidamente, com forte recorrência de clientes.
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