A XP Investimentos divulgou as novas carteiras recomendadas de ETFs para maio de 2026. As estratégias são divididas em conservador, moderado e sofisticado, com foco em diversificação global, exposição a diferentes classes de ativos e proteção cambial. Todas as opções listadas são ETFs da B3 e incluem hedge cambial.
A leitura do cenário atual aponta juros elevados no Brasil e incertezas econômicas internacionais. As carteiras priorizam acesso a renda fixa, renda variável e ativos alternativos, mantendo hedge cambial em todos os ativos.
Carteira Conservadora
Destinada a quem busca estabilidade, com menor tolerância a risco. A estratégia privilegia preservação de capital e rendimento estável, combinando ETFs de renda fixa local e externa com menor volatilidade. A composição busca reduzir oscilações mantendo diversificação geográfica e setorial.
Perfil Moderado
Equilibra renda fixa e variável para ganhos de médio e longo prazo, com proteção e diversificação. A estratégia é direcionada a investidores com experiência em diferentes classes de ativos, buscando exposição global mais ampla. O portfólio é revisado mensalmente, no terceiro dia útil.
A carteira moderada tende a aumentar participação em ETFs de bolsas internacionais, temas setoriais e ativos com maior potencial de valorização, mantendo equilíbrio entre risco e retorno em meio a ciclos de queda de juros no Brasil e desaceleração global.
Carteira Sofisticada
Perfil mais agressivo, com maior peso em renda variável global e ativos alternativos. A estratégia visa capturar temas estruturais de longo prazo, como tecnologia, inteligência artificial, commodities e mercados internacionais. A composição é voltada a investidores com maior tolerância à volatilidade.
O objetivo é oferecer acesso simplificado a mercados globais por meio de ETFs, incluindo segmentos específicos da economia internacional, com maior potencial de valorização no curto prazo.
Perspectiva do Brasil no cenário global
A XP destaca que o Brasil continua com desconto relativo a pares globais e latino-americanos. O início de ciclo de queda da Selic em 2026 pode beneficiar o país. ETFs aparecem como opção para diversificação, liquidez e acesso a renda fixa internacional, ações globais e commodities.
Entre na conversa da comunidade