O Grupo Almaviva encerrou 2025 com receita de R$ 11,1 bilhões e Ebitda de R$ 2,2 bilhões, após consolidar a Tivit ao longo do ano. O estudo considerou os resultados da operação integrada no período.
A empresa brasileira passou a responder pelo desempenho da Tivit desde agosto de 2025, fruto da aquisição anunciada em junho do mesmo ano com fundos assessorados pela Apax Partners. O acordo concluiu-se em agosto de 2025.
Na América Latina, a receita somou R$ 4,5 bilhões, englobando Tivit, Almaviva Solutions, Almawave e Almaviva Experience. O grupo afirma ser o segundo maior provedor de tecnologia no Brasil.
Desempenho regional e endividamento
Mais de 50% da receita global é gerada fora da Itália, com expansão para 21 países após aquisições como a Iteris, nos EUA, em 2024. O endividamento da Tivit foi equacionado após a integração, mantendo relação de alavancagem em torno de 1,7 vez o Ebitda ao fim de 2024.
A gestão aponta que o setor de tecnologia passou a ser elemento estratégico para a competitividade dos clientes, com foco em plataformas próprias e dados, além de IA. Entre as soluções citadas estão Moova e Velvet, já disponíveis na América Latina.
Estrutura e liderança no Brasil
Valdinei Cornatione comandando a Tivit Brasil desde outubro de 2025, após 28 anos na empresa, com passagem como Chief Commercial Officer desde 2023. A direção afirma que a integração com o Grupo Almaviva amplia posição competitiva e profundidade de conhecimento setorial.
No século passado, o grupo ampliou presença com a aquisição da Iteris nos Estados Unidos, consolidando operações em 21 países. Em 2024, a Tivit registrou receita bruta de R$ 2,1 bilhões, avanço de 12,2% ante 2023, com Ebitda ajustado de R$ 336 milhões e margem de 17,1%.
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