O mercado de self storage no Brasil segue em expansão, impulsionado pela reorganização do espaço urbano, pela demanda de famílias e pela logística de empresas. Em 2024, o setor somou 613 operações em 112 cidades, com 223.999 boxes e 1,93 milhão de metros quadrados de área bruta locável (ABL), registrando alta de 4% frente ao ano anterior.
O crescimento reflete mudanças na dinâmica habitacional, na mobilidade urbana e no comércio eletrônico. Soluções de armazenagem próximas aos centros de consumo ganham importância para apoiar operações logísticas e reduzir custos de entrega, especialmente na última milha.
O mercado continua com foco em boxes menores. Até 3 m² respondem por 37% da oferta, com vacância de 21,9%. Unidades entre 4 m² e 15 m² representam 50,2% da oferta. Boxes acima de 50 m² têm participação de 2,9% e vacância de 1,4%.
A infraestrutura de segurança é cada vez mais exigida. Empresas do setor costumam investir em câmeras de vigilância, alarmes e controle de acesso para usuários, assegurando maior proteção.
A GoodStorage lidera o segmento no Brasil, operando cerca de 70 ativos na cidade de São Paulo. O portfólio inclui unidades de self storage, galpões flexíveis e condomínios de galpões urbanos, atendendo demandas residenciais e de distribuição urbana.
Para Thiago Cordeiro, CEO da GoodStorage, a experiência do locatário deve ser simples e segura, independentemente do tamanho do box. A empresa afirma oferecer conveniência e agilidade, em um contexto de espaço e eficiência estratégicos.
Economistas especializados, como João Paulo Silva, apontam que a tendência de expansão deve prosseguir nos próximos anos. O self storage integra o ecossistema urbano, acompanhando o crescimento do comércio digital e a demanda por soluções flexíveis.
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