Apesar de ser considerado um investimento arrojado, as criptomoedas apresentam maior adesão entre pessoas acima de 30 anos e entre a classe C, aponta estudo realizado pela Mercado Bitcoin em parceria com a Opinion Box. A pesquisa destaca que a maioria dos investidores é masculina.
Conforme o levantamento, 55% dos entrevistados são homens e 45% são mulheres. Além disso, o grupo de maior participação econômica é a classe C. Os objetivos apontados incluem diversificação (70%) e busca por rentabilidade (68%).
Entre quem não investe, 68% busca segurança, enquanto 53% visa rentabilidade. Quase metade dos investidores também mantém recursos na poupança, sugerindo um perfil que mescla ativos digitais com investimentos tradicionais.
O estudo foi realizado com mais de mil entrevistas online entre 10 e 15 de abril, respondidas em 54 perguntas. Os dados reforçam padrões de comportamento no mercado de criptomoedas brasileiro.
Brasil é o quinto maior mercado de criptomoedas no mundo
Segundo o Global Adoption Índex TRM, do 1º trimestre, o Brasil ocupa a quinta posição entre os maiores mercados de criptomoedas. Ao todo, 25 milhões de brasileiros já tiveram ou possuem investimentos nesses ativos, segundo a Mercado Bitcoin.
Os Estados Unidos aparecem como o maior mercado, seguidos pela Coreia do Sul, Rússia, Índia e Brasil. Os dados foram divulgados em um evento promovido pela Mercado Bitcoin, uma corretora com mais de 13 anos de atuação.
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