TIM registra lucro líquido normalizado de R$ 821 milhões no 1º trimestre de 2026, impulsionado pelo crescimento da internet móvel, especialmente no pós-pago, e por ações de controle de custos. A divulgação ocorreu após o fechamento do trimestre.
O Ebitda normalizado somou R$ 3,287 bilhões, alta de 6,6% frente ao 1º tri de 2025, e a margem atingiu 48,3%. A receita líquida subiu 6,5%, para R$ 6,806 bilhões, com serviço móvel respondendo por 90% do total.
O segmento pós-pago foi o principal motor, com alta de 7,5%, devido à migração de clientes de pré para pós e reajustes de preços. A base total de clientes também avançou. O pré-pago caiu 6,5% na receita.
A receita do segmento fixo cresceu 22,8%, para R$ 391 milhões, enquanto a venda de produtos elevou-se 5,4%, para R$ 162 milhões. Os custos operacionais normalizados subiram 6,3%, para R$ 3,5 bilhões.
O resultado financeiro registrou despesa de R$ 530 milhões no 1º tri 2026, fechando em queda de 11,5% ante o ano anterior. Já a linha de IR e CS gerou gasto de R$ 170 milhões, 75% acima do 1º tri de 2025.
A TIM aumentou investimentos para R$ 1,354 bilhão no trimestre, com foco em melhorias na rede e na expansão da cobertura 5G. O fluxo de caixa livre subiu 54%, totalizando R$ 453 milhões.
A dívida líquida encerrou o trimestre em R$ 11,3 bilhões, com alavancagem estável em 0,82 vez. O endividamento acompanha o ritmo de investimentos e expansão da rede.
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