Kevin Warsh, indicado por Donald Trump, pode retornar ao Fed nesta semana como chair, em meio a uma agenda de reformas que devem levar tempo para se materializar. A sabatina no Senado está prevista para acontecer em breve.
O pedido de mudanças envolve não apenas aspectos técnicos das análises econômicas, mas também a comunicação com mercados e público. Warsh discutiria reduzir a exposição de informações públicas, adotando tom mais contido.
Além da atualização da comunicação, há propostas sobre balanço e dados de inflação. A tarefa envolve revisões internas, debates no Fomc e possíveis ajustes em regras de reservas bancárias e a forma de medir a inflação.
Desafios na política monetária
A confirmação ocorre em meio a tensão com Trump, que já pressionou por cortes de juros. Dados indicam desemprego em 4,3% e inflação acima da meta de 2%, o que reduz espaço para cortes no curto prazo.
Warsh tem defendido argumentos que poderiam sustentar cortes de juros no curto prazo, citando ganhos de produtividade com IA e ajustes na composição do balanço do Fed. Ainda assim, a implementação pode levar tempo.
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