O setor de distribuição de combustíveis atua para assegurar o abastecimento no Brasil, mesmo com tensões geopolíticas. Conflitos como o da Ucrânia e o fechamento estratégico do estreito de Ormuz, no Irã, têm impacto sobre o preço.
No cenário atual, o diesel brasileiro tem cerca de 30% do consumo importado. Para evitar desabastecimento, as distribuidoras dobraram as importações e ampliaram o armazenamento, comprando o combustível à vista com capital extra.
O movimentoação busca manter o fluxo de combustível e evitar interrupções. A operação ocorre em um contexto em que o custo de produção e importação representa a maior parte do preço final do diesel.
Contexto mundial e impactos no abastecimento
O preço dos combustíveis é puxado pela geopolítica global, que influencia custos de produção, frete e logística. A operação preventiva busca manter disponibilidade mesmo com instabilidades internacionais.
Além de importações, o setor vem expandindo estoques para suportar até 35 dias de consumo. Em comparação, o período considerado para normalizar a logística tende a variar conforme o avanço de conflitos regionais.
Estoques e atuação das distribuidoras
Atuação reforçada envolve mobilização de capital para aquisição de diesel à vista e aumento de reserva armazenada. O objetivo é assegurar distribuição constante, independentemente de oscilações no mercado externo.
A partilha de custos mostra que o diesel representa cerca de 55% do preço do produto, com restante vindo de produção, impostos, biocombustíveis e revenda. As distribuidoras permanecem vigilantes aos impactos futuros.
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