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Empresa mira tirolesa no Pão de Açúcar com previsão de R$ 1 bi em 2030

Grupo Iter mira faturar R$ 1 bilhão até 2030 com tirolesa no Bondinho do Pão de Açúcar e novas atrações, ampliando empregos e turismo regional

Experiência ao nascer e pôr do sol criam novas fontes de renda para a empresa e possibilitam a volta de visitantes para novas experiências
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A partir da gestão centenária do Bondinho do Pão de Açúcar, surge em 2022 o Grupo Iter. A empresa passa a administrar o Parque Caracol e o Parque Tainhas, na Serra Gaúcha, além da operadora de turismo C2Rio. A meta é ampliar marcas e receitas.

Em 2025, o Grupo Iter faturou 370 milhões de reais, crescimento de 33% ante o ano anterior. A estratégia para 2026-2030 mira investimentos de 300 milhões para revitalizar Caracol e criar novas atrações, incluindo tirolesas.

A chegada a Serra Gaúcha

Desde 2022, o Iter administra o Parque Caracol, em Canela (RS). A gestão aponta subutilização anterior do espaço e investe para ampliar estruturas, como o deck da Cascata do Caracol, que subiu de 40 m² para 1.180 m².

Até 2026, foram anunciadas novidades como a atração Corajoso, uma plataforma suspensa de 170 metros de altura. Ainda neste ano deve abrir uma tirolesa em curva motorizada, visando ampliar a oferta de experiências.

Renovação de uma atração histórica

O Bondinho do Pão de Açúcar passa por propostas de novos produtos e parcerias, com experiências no nascer e no pôr do sol. Eventos de bem-estar, atividades físicas e ativações com marcas podem compor a programação.

A empresa planeja a instalação de uma tirolesa no Bondinho. O projeto enfrenta paralisações judiciais, mas o CEO afirma que já houve renovação de licenças e aprovações de órgãos municipais e federais.

O palacete carioca

Em 2022, o Grupo Iter adquiriu um casarão histórico e um palacete no Cosme Velho, Rio de Janeiro. O investimento previsto é de 50 milhões de reais para revitalizar o conjunto e criar um espaço que celebre o Rio Antigo até os dias atuais.

A proposta é transformar o conjunto em atração satélite do Bondinho, conectando cultura carioca, samba, futebol, praia e natureza. O lançamento está previsto para setembro de 2027.

Turismo como motor econômico

Segundo Fernandes, os investimentos criam empregos e fortalecem a economia regional. No Bondinho, o quadro de colaboradores saltou de 170 para mais de 500 após a expansão. No Caracol, novas atrações geram mais empregos.

A tirolesa no Rio de Janeiro deve gerar mais de 60 empregos diretos; em Canela, 23 vagas. O grupo continua buscando destinos em todo o Brasil, com foco em ativos icônicos que possam servir como âncoras turísticas.

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