O governo de Minas Gerais obteve o aval do TCE-MG para avançar com a privatização da Copasa, estatal responsável pelo saneamento na região. A medida fez as ações da empresa subir na bolsa, refletindo o otimismo do mercado com a possível mudança de gestão.
A meta é reduzir a participação de controle do Estado para 5% por meio de uma oferta ao mercado financeiro, abrindo espaço para investimentos privados na operação e na gestão da Copasa. O objetivo é melhorar eficiência e infraestrutura.
Dois grupos aparecem como principais interessados: Sabesp em parceria com a Equatorial, e a Aegea. A operação deve ocorrer via oferta pública de ações (IPO) ainda neste ano, conforme estudo de viabilidade.
Aprovação e impactos
O TCE-MG considerou o processo legalmente adequado, garantindo transparência. Com a conclusão do IPO, a expectativa é acelerar investimentos em saneamento e ampliar a qualidade dos serviços oferecidos.
Analistas destacam que a entrada de capital privado pode reduzir custos operacionais e ampliar investimentos em infraestrutura. A privatização, segundo o governo, busca sustentabilidade financeira da Copasa.
Perspectivas de mercado
A privatização é encarada como marco para o setor no Brasil, com potencial de servir de referência para outros estados. A operação visa atrair investimentos e estimular competição no saneamento de Minas Gerais.
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