O Banco Central estuda nova rodada de mudanças no Fundo Garantidor de Créditos (FGC) para responder ao caso Master. Em foco estão investidores e plataformas de investimento, com medidas previstas para o segundo semestre.
As propostas visam que compradores e distribuidores de CDBs contribuam para cobrir parte das perdas do fundo em caso de quebra de instituições. A ideia é reduzir a dependência da garantia total.
O BC já tinha ajustado exigências para bancos emissores; agora analisa impactos sobre entreposto de plataformas e quem comercializa títulos, como CDBs e outros investimentos, segundo fontes oficiais.
Desdobramentos e cronograma
Determinantes seguem sem definição final; a agenda depende da aprovação regulatória e de discussões com o mercado. O objetivo é ampliar a segurança do sistema, sem detalhar prazos.
Não houve confirmação de regulamentação final, nem de mudanças específicas para emissores de títulos e plataformas de distribuição. O processo envolve consulta pública e ajustes técnicos.
Entre na conversa da comunidade