O mercado financeiro acompanha 2026 com cautela, apontando para uma relação entre déficit fiscal elevado e falta de alianças políticas claras. Gestores entendem que o governo mantém uma política expansionista, com despesas públicas em alta e sinais frágeis de ajuste estrutural.
Economistas destacam que o cenário de juros elevados persiste. A preocupação central é a trajetória da dívida pública e a ausência de um plano robusto de estabilização fiscal, segundo avaliação de especialistas consultados pelo mercado.
Desgaste da candidatura de Flávio Bolsonaro gera volatilidade. Áudios divulgados foram identificados como negativos e apontaram queda de intenções de voto, levando à contestação da metodologia da pesquisa pela defesa do parlamentar.
Mesmo com o recuo, o economista ressalta que Flávio preserva parte importante do capital político herdado de Jair Bolsonaro. Indeclaradas indecisões entre eleitores têm favorecido o voto nulo ou a reanalise de apoio ao presidente Lula.
Nomes da direita como Romeu Zema e Ronaldo Caiado mostram fragmentação do eleitorado. Sem Flávio, eles avançam; com a mobilização da ex-princesa Michelle Bolsonaro, perdem força, segundo analistas.
A entrada de Joaquim Barbosa é vista com ceticismo pelos mercados. O ex-ministro do STF é conhecido entre juristas, mas pouco pela maioria da população, o que pode pulverizar votos indecisos.
Para o mercado, a autonomia do Banco Central segue como fator essencial. O objetivo é evitar interferências políticas na política monetária, principalmente diante da pressão para reduzir juros.
Entre na conversa da comunidade