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FMI libera US$ 1 bilhão à Argentina após revisão de acordo de US$ 20 bilhões

FMI libera mais US$ 1 bilhão à Argentina após segunda revisão do acordo de US$ 20 bilhões, ainda sem acúmulo de reservas líquidas

Javier Milei, presidente da Argentina, e Kristalina Georgieva, diretora-geral do FMI, se encontram em evento sobre inteligência artificial
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O FMI liberou mais US$ 1 bilhão para a Argentina, dentro do programa de crédito de US$ 20 bilhões aprovado há um ano. A nova parcela foi disponibilizada após a segunda revisão do Acordo de Facilidades Estendidas (EFF).

A decisão foi anunciada pelo Diretório Executivo do FMI nesta quinta-feira, 21, com avaliação de que a execução do programa permanece sólida. Segundo o FMI, o país cumpriu a maioria dos critérios de desempenho e metas indicativas, ainda que não tenha alcançado a meta de acumulação de reservas internacionais líquidas.

Contexto da liberação

O FMI destacou que a composição das políticas macroeconômicas foi considerada prudente, com ajustes contínuos para enfrentar riscos externos e domésticos. A instituição reforçou a necessidade de manter a formulação de políticas ágil e planos de contingência para os objetivos do programa.

Situação econômica da Argentina

Durante a gestão de Milei, a inflação tem passado por mudanças significativas, com queda de 117% em 2024 para 31% em 2025. O governo argentino também registrou superávit em contas públicas em 2025, apoiado por reformas estruturais e mudanças na política trabalhista.

Repercussos políticos e sociais

O programa de ajustes, com cortes sociais e eliminação de subsídios, gerou protestos no país. Ainda assim, o governo conseguiu consolidar apoio parlamentar ao longo de 2025, mantendo avanços em reformas econômicas. A liberação do crédito pelo FMI ocorre em meio a um cenário de maior complexidade econômica global.

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