Elon Musk pode se tornar o primeiro bilionário a partir da estreia da SpaceX na bolsa, com avaliação inicial estimada em 2 trilhões de dólares. A operação pode também gerar fortunas significativas para colaboradores próximos, segundo informações de fontes do mercado.
Entre os beneficiários previstos estão Gwynne Shotwell, presidente e diretora de operações, e Bret Johnsen, diretor financeiro, que teriam participações relevantes conforme o prospecto da oferta pública. A valorização sujeita às ações pode ampliar ganhos de executivos baseados em ações e opções.
A SpaceX trabalha desde 2025 para abrir capital; a divulgação aponta que a empresa mira captar capital adicional para projetos como mineração em asteroides, turismo espacial e expansão de bases lunares e marcianas. A operação depende do desempenho de mercados e da execução financeira.
Principal elenco envolvido
Gwynne Shotwell, ingressou na SpaceX em 2002 e figura como uma das principais executivas. Atualmente, possui várias ações e opções, com remuneração total no ano anterior reportada no material da OPA, incluindo ações e compensação.
Bret Johnsen reforça o papel de CFO desde 2011, apresentando argumentos internos para a abertura de capital com potencial de levantar recursos significativos, caso haja boa atuação e condições de mercado favoráveis. A participação de Johnsen é avaliada em bilhões conforme o prospecto.
Luke Nosek aparece como investidor-chave, cofundador da PayPal, com participação substancial em SpaceX avaliada em bilhões, refletindo a influência de investidores estratégicos em decisões de financiamento e estrutura societária.
Antonio Gracias, sócio de Valor Equity Partners e conselheiro, também figura entre os grandes acionistas, com participação expressiva que pode aumentar com a valorização da empresa. A relação entre investidores e SpaceX é antiga e envolve participações em várias fases de financiamento.
Outros players relevantes incluem Alphabet e Fidelity Investments, que mantêm ligação com SpaceX desde 2015. A participação da Alphabet situava-se entre 5% e 6% do capital, dependendo da avaliação, com possibilidade de ampliar o valor da empresa acima de 100 bilhões de dólares.
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