Boeing informou, nesta semana, que projeta manter um cenário positivo para este ano e além, com aumento da produção do seu jato 737 Max. A empresa anunciou a conclusão de uma revisão capstone com a Federal Aviation Administration (FAA), visando elevar a produção para 47 aeronaves por mês. A notícia foi apresentada pelo CEO da companhia durante a Bernstein Strategic Decisions Conference, nesta quarta-feira.
A fabricante também sinalizou que está na fase final de testes de voo para as variantes 737 Max 7 e 10, além do modelo intercontinental 777X. Apesar do avanço, a empresa aponta gargalos na certificação de assentos e no fornecimento de motores da GE Aerospace para o 787 Dreamliner, o que pode atrasar entregas.
Progresso e fatores de suporte
Ortberg afirmou que o aumento da produção do 737 Max é um passo estratégico para melhorar a rentabilidade e gerar caixa. A quinta-feira de atualização também reforçou a expectativa de ganhos com o aumento de demanda no setor de defesa, que pode trazer contribuição adicional aos resultados.
Observações de mercado
Sid Philip, correspondente de aviação da Bloomberg News, comentou sobre o atual estágio de certificação e produção, destacando os principais pontos que afetam o cronograma de entregas da Boeing e as implicações para fornecedores e clientes.
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