Em Alta Eleições 2026 PolíticaNotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasConflitoseconomiaFutebol

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

PCC utiliza fintechs para lavar bilhões de reais de origem criminosa

Operação Fluxo Oculto aponta uso de fintechs pelo PCC para lavar até R$ 26 bilhões, com contas-bolsões em cinco estados e conexões entre facções

Investigação aponta que fintechs são usadas pelo PCC e outras facções para lavar dinheiro do tráfico de drogas e armas e demais crimes. (Foto: Pablo Jacob/governo de SP)
0:00
Carregando...
0:00

Nesta quinta-feira (28), a Operação Fluxo Oculto revelou que o PCC utiliza fintechs para lavar bilhões de reais. A ação ocorreu em cinco estados e mira empresas que ocultam a origem de recursos derivados do tráfico de drogas e da adulteração de combustíveis.

As fintechs investigadas oferecem serviços financeiros digitais, parecidos com bancos pelo celular. No entanto, são apontadas como fachada ou duto para o crime organizado, com a criação de múltiplas contas para esconder a titularidade do dinheiro.

Foi identificado um esquema de contas-bolssões, que misturavam recursos de diversos clientes em uma única conta. Essa prática dificultava o rastreio de origem e destino do dinheiro, prática proibida pelo Banco Central no ano passado.

Fintechs sob suspeita e o montante movimentado

As investigações apontam que o esquema movimentou cerca de R$ 26 bilhões, sendo aproximadamente R$ 1 bilhão em dinheiro vivo, indicador de lavagem de dinheiro para evitar monitoramento eletrônico.

Conexões entre facções e o redesenho de operações

O Ministério Público aponta que as fintechs não atendiam apenas ao PCC, mas eram utilizadas por múltiplos grupos criminosos, indicando canais comuns para o escoamento de recursos ilícitos.

Ligação com o esquema de adulteração de combustíveis

A operação identificou que o PCC refinou fraudes em combustíveis, simulando compras de químicos enquanto entregava combustível comum em postos de São Paulo. O dinheiro dessas fraudes passava pelas fintechs e por fundos de investimento alvos da ação, para maquiar a ilegalidade.

Conteúdo produzido com base em apuração da Gazeta do Povo. Para aprofundar, leia a reportagem completa.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais