Após reunião emergencial realizada nesta terça-feira (2) em Brasília, autoridades trataram da possível taxação de 25% sobre produtos brasileiros pelos Estados Unidos. Durigan afirmou que o Pix está fora de debate nas negociações e que o tema não será cedido. A coletiva também abordou críticas à visita de Flávio Bolsonaro a Donald Trump.
Alckmin reiterou a defesa do Pix como símbolo da soberania financeira do Brasil e destacou que falhas na comunicação costumam atrapalhar o diálogo com o governo norte-americano. O vice-presidente disse que o governo vai buscar manter o diálogo com autoridades dos EUA e envolver o setor privado para chegar a um acordo mutuamente benéfico.
Durigan criticou a atuação de setores da oposição, afirmando que interesses pessoais não devem atrapalhar a negociação. Ele mencionou que a prioridade é preservar a tecnologia brasileira e evitar retrocessos econômicos decorrentes de tarifas.
Ponto-chave
Elias Rosa abriu o leque de impactos caso as tarifas avancem, indicando setores sensíveis como maquinário, plásticos, madeira e papel, calçados, ferro fundido, peixes e crustáceos. O ministro ressaltou que, embora a imposição não seja certa, a avaliação de danos é necessária para orientar medidas de defesa comercial.
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