Na visão de economistas, a inflação de alimentos pode chegar a 7% neste ano, pressionada por fatores externos como conflitos armados e eventos climáticos. A projeção admite volatilidade de curto prazo, mas aponta impacto direto no bolso dos consumidores.
Segundo analistas, o conflito entre países e a intensificação de El Niño pesam sobre preços de cereais, oleaginosas e itens básicos. A disponibilidade de suprimentos e custos de produção aparecem como principais variáveis de pressão.
O boletim Focus traz a mediana das expectativas do mercado: IPCA acumulado de 2026 a 5,09%. O conteúdo reflete a leitura de instituições financeiras sobre a trajetória inflacionária brasileira, diante das intempéries citadas.
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