O dólar à vista fechou perto de R$ 5,18, em sessão marcada por ambiente externo desfavorável. A piora na percepção de risco geopolítico e a expectativa de ajuste de juros nos Estados Unidos contribuíram para a fuga de capitais.
O movimento de realização de lucros foi puxado pelo setor bancário e por um recuo de exportadores de commodities. Esses fatores ajudaram a pressionar a moeda brasileira ao longo do pregão.
A cotação ficou no patamar mais alto desde 30 de março, quando o dólar encerrou a sessão em R$ 5,247. No cenário doméstico, investidores acompanharam sinais sobre a sustentabilidade da dívida pública e o cenário eleitoral, que também pesaram na condução da moeda.
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