O otimismo com o Brasil observado no início do ano perdeu força entre gestoras e instituições financeiras. A visão de mercados emergentes, em especial do Brasil, recuou diante de um cenário global desafiador.
A demanda por ativos relacionados a inteligência artificial puxou juros globais para cima, elevando o custo de capital. Com isso, a atratividade dos ativos locais diminuiu, especialmente próximo ao ciclo eleitoral brasileiro.
Além disso, incertezas geopolíticas contribuíram para a cautela. O ambiente externo mais desconfortável, aliado à percepção interna de espaço reduzido para cortes de juros, levou gestores a reduzir apostas em ações, títulos e câmbio domésticos.
Panorama atual
As cartas de gestoras passam a sinalizar cautela para o mercado brasileiro. Em meio ao recuo de apetite, bancos e fundos ajustam alocações e priorizam isolamento de riscos, com foco em gestão de downside e preservação de capital.
Entre na conversa da comunidade