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Superquarta: Copom deve cortar Selic e Fed pode subir juros nos EUA

Fed pode anunciar primeiro aumento de juros desde 2023, enquanto BC deve confirmar a quinta redução seguida da Selic

Torre do edifício-sede do Banco Central do Brasil, em Brasília, vista de baixo, com fachada em vidro escuro e detalhes verticais dourados, cercada por árvores e céu com nuvens.
Banco Central deve anunciar a quinta redução seguida da Selic nesta quarta-feira (Crédito: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil)

O Banco Central deve anunciar nesta quarta-feira (16) a quinta redução seguida da Selic, de 0,25 ponto percentual. A decisão do Copom, que deve ser divulgada no fim do dia, é a última antes da eleição presidencial de outubro.

O Supremo Tribunal Federal segue no radar um dia depois de adiar uma decisão sobre um relatório da Polícia Federal envolvendo o banqueiro Daniel Vorcaro e o ministro Alexandre de Moraes, além de um pedido do próprio Moraes contra o colega André Mendonça.

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Nos Estados Unidos, o Federal Reserve anuncia sua decisão em relação aos juros às 15h no horário de Brasília. O mercado espera o primeiro aumento da taxa de juros desde 2023, de 0,25 ponto percentual, motivado pela inflação persistentemente alta e pelo aumento global dos custos de financiamento.

A decisão deve intensificar o escrutínio sobre como o presidente do banco central norte-americano, Kevin Warsh, vai descrever a primeira mudança de política monetária durante seu mandato.

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No câmbio, o dólar oscilou em margens estreitas no Brasil e fechou a terça-feira próximo da estabilidade, com investidores atentos ao noticiário político. A moeda americana também teve variações modestas ante outras divisas no exterior. 

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O Ibovespa fechou em alta na terça-feira, sustentado principalmente pelas ações da Petrobras, com o preço do barril avançando quase 3% no mercado internacional.

Nos Estados Unidos, Wall Street ampliou sua onda de vendas na terça-feira, com o aumento dos rendimentos dos títulos do Tesouro, as crescentes preocupações com a dívida americana e a alta do petróleo mantendo os compradores afastados do mercado.

 

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