O estudo divulgado aponta que pessoas nos Estados Unidos movimentaram entre US$ 10,6 bilhões e US$ 26,7 bilhões na plataforma offshore Polymarket, apesar de sua proibição legal. A estimativa cobre trades ocorridos entre maio de 2025 e abril de 2026.
Quem está envolvido: o levantamento foi realizado por Harry Crane, estatístico da Rutgers University, e analisou padrões de trades supostamente feitos por usuários norte‑americanos em plataformas offshore. O estudo foi encomendado pela Coalition for Prediction Markets, grupo ligado à indústria de mercados de previsão.
Quando e onde: a análise abrange operações entre maio de 2025 e abril de 2026, com foco em mercados norte‑americanos dentro da atividade global da Polymarket. Traders americanos teriam participado principalmente em esportes e eleições nos EUA.
Metodologia e limitações
A pesquisa utiliza proxies indiretos para estimar o peso dos EUA, já que não há observação direta de localização. O método compara horários de operação e preferências de mercados para distinguir usuários. As estimativas são aproximadas, sinalizam tendência, não um censo.
Contexto regulatório e desdobramentos
Polymarket permanece banido nos EUA desde 2022, por operar como plataforma de derivativos não registrada. Em contraste, existe uma alternativa licenciada nos EUA, Polymarket US, com volume de US$ 1,6 bilhão em abril de 2026. A plataforma offshore continua sob escrutínio regulatório.
Participação e impactos
Dados sugerem que a atividade norte‑americana pode crescer caso a participação permaneça estável. A projeção indica possível volume de US$ 133 bilhões. A existência de usuários que contornam bloqueios geográficos complica o monitoramento direto.
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