Em 2026, o real passa a ser influenciado principalmente por fatores domésticos, diferente do ano anterior, em que o desempenho seguia moedas pares no exterior. Essa mudança de dinâmica ficou clara em análise recente.
Um estudo do BTG Pactual, antecipado pelo Intraday, blog do Valor, aponta que essa leitura ajuda a explicar a depreciação recente da moeda brasileira desde meados de maio. Os autores destacam o peso de fatores locais na trajetória cambial.
Segundo os pesquisadores, a ênfase em variações internas do Brasil contribui para entender o ritmo da desvalorização frente ao dólar, sinalizando um movimento mais sensível ao ambiente doméstico do que em períodos anteriores.
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