A Revolut anunciou a criação de seu conselho consultivo independente no Brasil, como parte do fortalecimento da governança corporativa no país. A medida pretende trazer maior governança e supervisão às operações locais.
O grupo ficará composto pelo ex-ministro Paulo Guedes, além de Luiz Lobo e Ana Novaes. A escolha busca alinhar a atuação da fintech ao padrão global de governança.
Guedes deve contribuir com experiência em macroeconomia global, mercados financeiros e ambiente de negócios na América Latina. O objetivo é apoiar a expansão sustentável da empresa no país.
Lobo traz atuação em governança, compliance e gestão de riscos no sistema financeiro brasileiro, com passagens por Deutsche Bank, BTG e Travelex, entre outras. Novaes possui experiência em regulação, governança e infraestrutura, com passagem por B3, FGC e CVM.
Segundo Glauber Mota, CEO da Revolut Brasil, a operação no Brasil segue a longo prazo e busca padrões globais de governança. A presença de Guedes, Lobo e Novaes fortalece as capacidades institucionais da empresa no Brasil.
Estrutura e impactos esperados
Essa mudança visa ampliar a supervisão e a tomada de decisões estratégicas. A equipe consultiva deve apoiar a plataforma em temas macroeconômicos e regulatórios relevantes no país.
O anúncio reforça a estratégia de governança da Revolut Brasil, buscando acompanhar as melhores práticas internacionais. A empresa não divulgou datas para a atuação formal do conselho.
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