O Copom cortou a Selic pela terceira vez consecutiva, em 0,25 ponto, e a taxa passou a 14,25% ao ano. A decisão foi unânime, anunciada nesta quarta-feira (17) pelo Banco Central do Brasil.
A comunicação oficial aponta que o ambiente externo permanece incerto, com conflitos no Oriente Médio e impactos sobre ativos e commodities. No âmbito doméstico, há sinais de aceleração econômica no 1º trimestre e inflação acima da meta.
O BC ressalta que as projeções de inflação para 2026 e 2027 seguem acima da meta, mantendo maior volatilidade. Riscos de alta e de baixa para a inflação são destacados, incluindo efeitos de câmbio e custos de energia.
A instituição afirma que continuará monitorando a política fiscal e a transmissão monetária. A próxima reunião do Copom está marcada para 4 e 5 de agosto.
O comunicado cita ainda que, com o patamar atual, diferentes trajetórias de juros podem convergir a inflação para a meta. Os membros que votaram foram Gabriel Muricca Galípolo, Ailton de Aquino Santos, Gilneu Astolfi Vivan, Izabela Moreira Correa, Nilton Schneider David, Paulo Picchetti e Rodrigo Teixeira.
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