O programa Armazéns Solidários da Prefeitura de São Paulo levou ao recorde de público entre 2024 e 2025. Famílias cadastradas no CadÚnico puderam acessar alimentos a preços até 50% menores, em sete unidades da capital.
Entre 2024 e 2025, o atendimento subiu de 270.539 para 944.514 pessoas, um salto de 250%. A quantidade de itens vendidos também quase dobrou, de 6,3 milhões para 12,3 milhões.
Desde a abertura da primeira unidade, em 2024, o conjunto do programa movimentou R$ 111,6 milhões. Até maio de 2026, foram 1,64 milhão de atendimentos e 24,8 milhões de itens vendidos.
Os preços mais baixos explicam a procura. A banana nanica sai por R$ 1,99 o quilo; a dúzia de ovos brancos, R$ 9,99. Ao lado disso, o programa registra itens básicos em destaque, como leite UHT, batata e cebola.
O modelo é alimentado pela compra direta de fornecedores, reduzindo intermediários e, assim, barateando os itens. Campanhas de divulgação ampliam o alcance, especialmente em áreas de maior vulnerabilidade.
Atualmente, as unidades ficam em São Miguel, City Jaraguá, Jaraguá, Brasilândia, Guaianases, Cidade Tiradentes e M’Boi Mirim. Jardim Myrna e Grajaú estão em implantação.
Além de venda, as unidades funcionam como ponto de distribuição de doações do Banco de Alimentos. Em maio, foram 15 toneladas a mais distribuídas, mais 290 kg de ração para animais em relação a abril.
A produção agrícola local também ganhou espaço. Agricultores vinculados ao Sampa+Rural respondem por mais de 16% do abastecimento de frutas, legumes e verduras nas unidades.
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