A notícia aponta que, enquanto a Copa do Mundo acontece pela primeira vez na América do Norte em mais de três décadas, Seattle é a única cidade- sede dos EUA com queda no fluxo de viajantes. Dados da plataforma de viagens Sojern indicam menor volume de reservas para o período do torneio.
Pelo menos até a primeira fase, Seattle registra queda de 21% nas reservas aéreas para as datas da Copa, em comparação com o mesmo intervalo do ano anterior. Em contraste, Nova York registra alta de ~7% e Houston, ~11%.
A cidade tem investido na celebração do evento, com atividades como um barge flutuante para festas, drones exibindo placares e o estádio da região central recebendo milhares de torcedores. Mesmo assim, o menor fluxo de visitantes preocupa a economia local.
Especialistas ouvidos pela análise destacam fatores como isolamento geográfico e dinâmicas de viagem internacionais como possíveis explicações para o recuo em Seattle, diante de aumentos observados em outras cidades-sede.
A projeção aponta impactos econômicos menores para Seattle caso a tendência de queda persista, com efeitos ainda por serem totalmente mensurados. A Copa segue, com jogos e eventos programados em várias cidades.
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