Os fundos de investimento em direitos creditórios (FIDCs) atingiram a marca de R$ 754 bilhões em maio, mantendo trajetória de crescimento apesar da aversão ao risco no crédito privado. O setor registrou alta de 10% frente ao mesmo período do ano passado.
O desempenho envolve novos tomadores e investidores, indicando capacidade de absorver parte da necessidade de capital das empresas brasileiras. Em um ambiente de retração de títulos de crédito como debêntures, os FIDCs ganham espaço no mercado de crédito.
A indústria projeta expansão adicional nos próximos meses, com expectativa de chegar a R$ 1 trilhão. O movimento ocorre em meio a ajustes de demanda por crédito e à busca por fontes alternativas de financiamento por parte de companhias.
A análise aponta que, mesmo com o aperto de acesso a recursos, os FIDCs seguem como ferramenta relevante para a securitização de recebíveis no Brasil, oferecendo liquidez e diversificação para investidores.
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