Joe Dai, executivo da Jingdong (JD), afirma que há um fluxo de interesse de empresas chinesas em investir no Brasil. A companhia chinesa desembarcou recentemente no país com planos de ampliar operações.
Dai aponta que, apesar do interesse, a apreensão gira em torno do sistema tributário brasileiro. Empresários citam a complexidade da legislação como entrave para compreender custos e regras de compliance.
O cenário: empresas da China veem o Brasil como mercado estratégico, mas enfrentam dificuldade para mapear tributação, regimes especiais e obrigações fiscais. O uso de modelos de taxação menos simples preocupa investidores.
Desafios tributários e perspectivas
Fontes ouvidas destacam a necessidade de entender impostos como tributos sobre importação, ICMS e tributos sobre serviços. A incerteza regulatória é apontada como fator que retarda decisões de investimento.
Especialistas afirmam que, com maior clareza regulatória e orientação técnica, o ambiente tende a tornar-se mais atrativo para projetos conjuntos entre China e Brasil, inclusive em setores de e-commerce e logística.
Fonte: reportagem publicada pelo Valor, que acompanha o ingresso da JD no Brasil e as percepções de investidores chineses sobre o sistema fiscal local.
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