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Banco Central diz que afrouxamento depende de novos dados com riscos em alta

Banco Central afirma que o afrouxamento dependerá de novos dados, com inflação com risco de alta e avaliação de caminhos para a Selic

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O Banco Central do Brasil informou que o ritmo de afrouxamento da política monetária dependerá de novas informações. A instituição destacou que os riscos de inflação permanecem inclinados para cima.

Em ata publicada após a reunião de junho, o colegiado afirmou que avaliou caminhos alternativos para a taxa Selic que não estavam refletidos nas expectativas do mercado. Esses cenários buscariam trazer a inflação de volta à meta dentro do horizonte de política atual, que vai até o quarto trimestre de 2027.

Na reunião anterior, o banco reduziu a Selic em 0,25 ponto percentual, para 14,25%. Os dirigentes, liderados por Gabriel Galípolo, ressaltaram que novas informações podem alterar o ritmo e o tamanho de futuras decisões de política monetária.

Contexto e próximos passos

O BC mencionou que continuará monitorando indicadores de inflação, atividade econômica e condições financeiras. A comunicação indica cuidado com a trajetória da inflação, sem sinalizar pressa para novas mudanças na taxa básica neste momento.

Segundo a ata, a instituição mantém o compromisso de corresponder o aperto ou afrouxamento às informações disponíveis. A agenda de divulgação de dados econômicos relevantes deverá orientar as próximas decisões do comitê.

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