A MPM Corpóreos, controladora da Espaçolaser, comunicou à CVM que protocolou pedido de registro para uma oferta pública secundária. Serão até 6,1 milhões de ações ordinárias, de titularidade do fundo Magnólia, podendo equivaler à totalidade de sua participação.
A operação será realizada no Brasil, com coordenação do BTG Pactual. Destinada exclusivamente a investidores profissionais, poderá ocorrer distribuição parcial, sujeita a uma quantidade mínima de papéis.
O preço por ação será definido por meio de bookbuilding, com base na cotação da B3 e na demanda de investidores. Em referência de 19 de junho de 2026, a oferta pode movimentar entre 18,6 milhões e 37,2 milhões de reais, sem garantia de manutenção desse patamar.
Caso a venda total se confirme, o fundo Magnólia poderá deixar a base acionária. Os recursos não impactam a capitalização da Espaçolaser nem geram diluição para atuais acionistas. Não haverá lote adicional nem estabilização de preços.
Condições e riscos
A operação prevê restrições temporárias de venda (lock-up) para acionistas relevantes. A divulgação alerta sobre volatilidade de preço e riscos inerentes à renda variável. Não há previsão de continuidade ou de garantias de demanda por parte de compradores.
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