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Juros de mais de 400% elevam risco financeiro das empresas

Juros do rotativo do cartão acima de 400% ao ano eleva o risco financeiro de empresas, pressionando fluxo de caixa e renegociação com bancos

Foto: Arquivo Pessoal/Gemini / DINO
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As taxas de juros do rotativo do cartão de crédito passaram de 400% ao ano, segundo o Banco Central do Brasil, atingindo o maior patamar em mais de uma década. O recuo no crédito eleva o custo financeiro para empresas que dependem de limite bancário e crédito de curto prazo.

O aumento impacta principalmente pequenas e médias empresas que precisam manter fluxo de caixa e capital de giro. Especialistas destacam que o cenário exige atenção na renegociação de dívidas e na gestão de passivos com o sistema financeiro.

Riscos para o capital de giro

Analistas da GCDR Advogados apontam que nem toda cobrança é irregular, mas encargos acima da média podem desequilibrar contratos. Mudanças na capacidade de pagamento e necessidade de caixa ganham relevância nesse monitoramento.

A equipe de Recuperação Extrajudicial da GCDR confirma que empresas enfrentam maior dificuldade na renegociação com bancos. O estudo aponta aumento de passivos financeiros e pressão sobre o fluxo de caixa como principais fatores.

Orientação e planejamento financeiro

Advogados enfatizam a importância de revisão contratual para avaliar condições de crédito oferecidas. Planejamento financeiro preventivo ajuda a reduzir riscos em operações de capital de giro e crédito empresarial.

Profissionais destacam a necessidade de comparar taxas antes da contratação e acompanhar indicadores financeiros. A análise jurídica é indicada para ampliar previsibilidade e segurança em relações com instituições bancárias.

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